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Defesa Civil avalia obras de desassoreamento e contenção de encostas


Melhorias realizadas e projetadas para a calha da Avenida Belizário Ramos visam melhorar o escoamento das águas do rio Carahá
Defesa Civil avalia obras de desassoreamento e contenção de encostas Fotos: Marcelo Pakinha

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli esteve em Lages, nesta quarta-feira (13) para uma série de compromissos, entre os quais a visita às obras de desassoreamento do rio Carahá, sobrevôo pelas calhas dos rios Carahá e Caveiras, e visitou as obras do Centro Regional da Defesa Civil, junto ao CAV-Udesc.

Ao meio-dia, o secretário esteve na Avenida Belizário Ramos, juntamente com o secretário de Planejamento e Obras, Clayton Bortoluzzi e o coordenador da Defesa Civil local, Jean Felipe, em visita as obras de desassoreamento da calha do rio Carahá. “Esse desassoreamento é feito em parceria entre a prefeitura e o Governo do Estado, ou seja, numa iniciativa da prefeitura e com recursos estaduais. O que está sendo feito, basicamente, é a retirada do excesso de terra, areia e detritos, de determinados pontos das margens do rio, acumulados, ao longo do tempo, pela ação erosiva das enxurradas,bem como corrigir a calha urbana do Carahá”, falou Moratelli.

O secretário de Estado disse que a Defesa Civil estadual também irá avaliar, conjuntamente com a Defesa Civil municipal e equipe técnica de planejamento e engenharia da prefeitura, a viabilidade de se elaborar projeto de contenção das encostas do Carahá e construção de guard rail. “Este projeto demanda de recursos federais e visa essencialmente construir muros de arrimo e outras melhorias técnicas (calhas cimentadas) ao longo das margens do rio”, disse Moratelli.

À tarde, Moratelli e o secretário Clayton Bortoluzzi sobrevoaram, de helicóptero, as calhas dos rios Carahá e Caveiras. “A prefeitura e a Defesa Civil poderão futuramente desenvolver projeto conjunto de contenção de cheias. O sobrevoo atingirá o ponto da Garganta do Diabo, no Caveiras, onde está projetada uma hidrelétrica, e a calha do rio até a ponte da BR 116”, conclui o secretário de Planejamento e Obras.

 

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