Fotos: Fábio Pavan Dona Olímpia e seu Nilso estão há 16 anos à frente da Associação Bom Samaritano, que preserva, há nove anos, espaço na Rua Gastronômica Coberta Nereu Ramos, no Recanto do Pinhão Aracy Paim. Instituição beneficente presta suporte de acolhimento humanizado a 200 famílias. E contribui com sociedade por sua padaria, sala de costura e horta
Em um mundo onde as pessoas vivem emocionalmente fragmentadas, quando a gente emana energias boas e serenidade, vive interiormente a paz, alimenta pensamentos positivos, abriga pureza e felicidade e só deseja que as outras pessoas vão bem na vida, não tem erro, a lei do plantio e da colheita é certeira. O bem volta e retorna multiplicado.
E hoje em dia, ao encontrarmos pessoas assim pelo caminho na face da Terra, a gente quer mais é ser igual, é uma bênção do céu, pois, bons espelhos devem ser cada vez mais e mais presentes nos dias da jornada atual, na contramão de um viver tão individualista.
Foi assim, depois de fechar os olhos para descansar após um dia de trabalho, que uma mulher de fibra e cidadã de bem recebeu um Chamado Divino de cumprir uma linda missão no planeta, abençoada e amparada por anjos e por Deus, em nome de dar colo e as mãos a outros irmãos aflitos por saciar a fome, proteger-se do frio e fugir das armadilhas, quedas e perigos vida afora.
Este vigor de ajudar o próximo renova o ar puro, a respiração, o suspirar e um novo despertar a cada manhã da querida dona Olímpia e do senhor Nilso, o Casal Bom Samaritano.
O combustível para mais de duas décadas de entrega humanitária em favor de bebês, criancinhas, mulheres, gestantes, homens, adultos, idosos e famílias inteiras? Oração e o olhar fraterno e sincero de quem está simplesmente grato por ter sido escolhido a vivenciar esta aventura neste plano material.
A qualificação se encaixa perfeitamente: A expressão “Bom Samaritano” refere-se a uma famosa parábola contada por Jesus no Evangelho de Lucas - capítulo 10, que ensina sobre o amor ao próximo, compaixão e solidariedade, sem preconceitos de origem ou religião.
O significado e aplicação são de que Jesus contou a história para responder a um mestre da lei, questionador: “Quem é o meu próximo?”. A lição central é que o próximo é qualquer pessoa que precise de ajuda, independentemente de quem seja.
Nesta quebra de preconceitos, o samaritano superou as barreiras culturais e religiosas da época para ajudar o inimigo. A compaixão não fica apenas no sentimento; exige atitude e disposição para agir.
Festividade para brindar à vida! E isto tem tudo a ver com a Festa Nacional do Pinhão, que iniciou lá em 1973 com a reunião de amigos ao redor de um tacho de pinhão borbulhando quente, chimarrão, trago, anedotas, violão e gaita, no Calçadão Central da cidade, sem taramela na porteira. Quem já era acostumado com entrevero de gente, chegava; quem não era, mas, era curioso, se aproximava. De lá para cá, todos, de todas as estâncias, são bem-vindos.
E como a vida real não permite ensaios e nem possui fórmula mágica, obstáculos visíveis e invisíveis precisaram se tornar transponíveis até se avistar a vitória do Casal Bom Samaritano, pois, os desafios e as rosas e seus espinhos fazem parte do caminho.
Dona Olímpia e seu Nilso estão desde 2010, portanto, há 16 anos, à frente de uma das instituições filantrópicas mais tradicionais de Lages e da Serra Catarinense, a Associação Bom Samaritano, atualmente sediada no bairro Popular [A entidade foi fundada há 25 anos - 2001], e preserva espaço na Rua Gastronômica Coberta Nereu Ramos, no Recanto do Pinhão Aracy Paim, há nove anos - desde 2017, com a comercialização de produtos na finalidade de subsidiar suas mobilizações e projetos sociais que auxiliam, de maneira emergencial, centenas de famílias no município, lembrando que por dois anos o evento esteve suspenso em razão da pandemia do novo coronavírus - Covid-19 - 2020 e 2021. Aposentadoria destes dois ícones da solidariedade? Só no papel.
Adotaram o servir como estilo de vida, a roupa que veste de verdade e nunca sai de moda; o amor atemporal em qualquer estação. Chova ou vente, eles estão lá. Os dois, juntinhos, nesta fantástica e exemplar missão.
Mensageira da força: A gringa que todo mundo quer por perto
Com um sotaque italiano inconfundível e adorável, dona Olímpia coleciona sorrisos das pessoas por onde passa. Pensa numa senhora querida e com o astral lá em cima... Com ela não tem tempo ruim, muito pelo contrário, vê o lado bom de todas as coisas.
Na flor de seus 80 anos de vida, Olímpia Maria Susin Buogo dá banho de disposição em muita gente da juventude, puxa pela memória, diz ter sido “Batizada nas Águas” 25 aos atrás e reafirma se considerar “crente”. “Eu congrego na Igreja Assembleia de Deus.” Costureira de mão cheia, dona Olímpia não pensou duas vezes ao definir que suas mãos dariam formato a peças que iriam aquecer e fazer feliz pequeninos e pequeninas, mamães de primeira viagem e de mais algumas.
O sonho misterioso e o Chamado Divino que mudaria os rumos da sua vida para sempre
E o amor por Lages, o Berço do Turismo Rural no Brasil
“Você quer saber como entramos nesta vida de ajudar as pessoas? Então, foi assim: Eu estive muito doente. E meu esposo foi trabalhar em Nova Araçá, no Rio Grande. Eu estava sozinha, só com as crianças. Eu tive um sonho, e neste sonho havia uma espécie de temporal, que vinha e destruía tudo. E uma voz, a Voz de Deus, veio no meu ouvido e disse que eu precisava me acalmar e que eu ia fazer uma obra. Logo eu interpretei e entendi que seria uma missão de amparar quem precisava de mim. Como se fosse uma revelação, louvável. A voz falava que eu voltaria para Lages, depois de estar no Rio Grande. E, mesmo a princípio, eu não querendo voltar, regressei. Aí comecei a me tratar com o médico em Lages. E as coisas foram clareando, fui melhorando após ingressar no trabalho social, no qual estou envolvida há bastante tempo. Sim, a voz de Deus foi minha terapia, a minha cura. Sou uma missionária de Deus, tenho uma missão na Terra. Nada é por acaso, nada é em vão. E eu amo fazer o que faço, pela causa que faço.”
Lá vem o seu Nilso com a Kombi da Bom Samaritano
Quem nunca ouviu o ronquinho da Kombi da Bom Samaritano pelas ruas e avenidas de Lages, conduzida por aquele senhor de boné e óculos no volante? O simpático senhor Nilso Buogo, no auge de seus 81 anos e meio, como ele mesmo gosta de dizer, assume e revela ser um apaixonado pela Festa do Pinhão, depois da dona Olímpia, é claro, sua leal parceira de vida há mais de cinco décadas e por quem seu coração palpita mais veloz.
Lageano de coração, mas, criciumense de berço (Criciúma, Sul do Estado, Capital Brasleira do Carvão), neste ano de 2026 completa quatro décadas de história escrita nos rincões de Lages. Desde 1986 em Lages, casado com dona Olímpia, que é natural de Antonio Prado, A Cidade Mais Italiana do Brasil, na Serra Gaúcha.
E como vieram parar em Lages? Seu Nilso foi mecânico de formação e profissão por mais de 30 anos, e o diplomado doutor em motores, com diversificados cursos de qualificação em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, recorda que a família decidiu estabelecer seus alicerces na Serra quando veio trabalhar na empresa Videcar Caminhões.
A família foi aumentando, e o amor rendeu frutos; os filhos nascidos em Lages, Pablo, 46 anos, advogado, e a primogênita Andreia, 55 anos, gerente em uma empresa de prestação de serviços automobilísticos. Ambos estudaram e formaram-se em Lages. “Quando viemos, nosso filho tinha cinco aninhos. Eu gosto muito daqui, no começo foi mais difícil, mas, a cidade nos conquistou, é uma cidade muito boa para morar. Tenho certeza que é uma das mais seguras de Santa Catarina”, qualifica seu Nilso.
Há mais de meio século juntos e inseparáveis na Festa do Pinhão
Em 2026, dona Olímpia e seu Nilso comemoram suas bodas de Lápis-Lazúli, os seus 57 anos de união, lealdade, cumplicidade, muito, muito amor em um infinito pacto de paixão.
Fazer o bem sem olhar a quem é como cultivar um jardim: No clima da estação, florescer
A Associação Bom Samaritano presta suporte de acolhimento humanizado a 200 famílias em Lages mensalmente. E o mais importante: Às pessoas informa-se tratar-se de um apoio temporário, por até três meses, cessado logo que as pessoas consigam recomeços, oportunidades de emprego, autonomia, independência, estabilização de suas trajetórias. “A gente pula cedo da cama, todos os dias, sem falta. Acordamos lá pelas 7, 8 horas, e vamos deitar 11 horas, meia-noite”, calcula seu Nilso. “A gente tenta repassar às pessoas que é primordial tem um planejamento de vida.”
Com cinco trabalhadores que dedicam suas aptidões às pessoas sem custo algum, a instituição atende a comunidade oferecendo voluntariamente alimentos e peças de vestuário e de cama para cooperar ao nutrir e amenizar os efeitos do clima em crianças, adultos e idosos, principalmente nas estações mais geladas do ano - outono e inverno.
Em sua sede própria situada no bairro Popular, a entidade beneficente possui a estrutura de uma padaria e produz quantidade entre dois e três mil pães por semana, distribuídos a famílias em vulnerabilidade social, e sala de costura, em que são confeccionados enxovais de recém-nascidos e cobertores, além da entrega de cestas básicas e o cultivo de hortaliças, legumes, temperos e ervas medicinais. Tudo para reverter às pessoas. Nada para si. “Sempre fomos ligados ao trabalho social”, realça seu Nilso.
São inúmeras as histórias e cenas guardadas na memória deste casal ímpar. “Muita gente passa pela vida da gente. Ver que as pessoas estão melhorando de vida, reconstruindo sua história, nos enche de gás para acordarmos a cada dia com motivação e ânimo para contribuir mais e mais. Teve uma pessoa que foi encaminhada para tratamento por causa do uso de drogas, e se regenerou; pessoas doentes que sararam. Voltam bem, agradecem, chorando de alegria, não de tristeza. Isto não tem preço no mundo que pague. É indescritível você entregar uma sacolinha com pão a uma criança e ela já sair comendo aquele pão quentinho. Fazemos com o maior carinho”, relembra seu Nilso.
Uma relação duradoura e de intimidade sentimental com a Festa do Pinhão
“Eu simplesmente amo Lages”, derrete-se seu Nilso.
Dona Olímpia e seu Nilso não poupam reconhecimentos à existência da maior festa cultural, histórica, artística, folclórica e gastronômica da Serra de Santa Catarina e uma das maiores da região Sul do Brasil, que em 2026 chega a sua 36ª edição, promovida de 22 de maio a 7 de junho, a nacionalmente conhecida Festa Nacional do Pinhão, com vasta agenda de shows locais, regionais e nacionais no Recanto do Pinhão Aracy Paim, Parque de Exposições Conta Dinheiro [neste, Arena Pinhão, Arena da Tradição, Festival Sabores da Serra, bares e food trucks] e Mercado Público Municipal Osvaldo Uncini, e os atrativos temáticos, como Rancho Pinhão, casinhas de artesanato (Feira de Artesanato) e roda-gigante.
Diretamente do Recanto do Pinhão Aracy Paim, na Rua Coberta Nereu Ramos, a comercialização de produtos no box gastronômico é revertida às medidas de proteção social da Associação Bom Samaritano. “Nós adoramos tanto a Festa. Porque a entidade sobrevive com o dinheiro do Recanto do Pinhão. Construímos a sede própria em 2018, com recursos financeiros provenientes do movimento do quiosque do Recanto e das arrecadações do Troco da Bondade em supermercados e Troco Solidário em unidades de uma loja de departamentos. Sempre foi muito bom participar da Festa do Pinhão, desde o começo, com o apoio do Poder Público, porém, com o novo modelo adotado em 2025 pela prefeita Carmen Zanotto, para nós ficou melhor ainda, porque as pessoas se sentem mais inseridas na Festa por ser aqui no Centro; é mais confortável para as crianças, idosos, enfim, a família inteira pode vir e aproveitar. O ambiente é protegido, têm atrações para todo mundo e o clima é agradável. É verdadeiramente uma Festa para os lageanos, nossos queridos visitantes vizinhos e turistas de todos os cantos. Vem gente do litoral, Rio Grande do Sul, paulistas. Época de pinhão, pratos típicos, frio, geada, paisagens lindas demais cobertas de branco, de celebrar nossas riquezas, nossa música, nossa arte, nossa cultura. De passear a cavalo, de conhecer cartões-postais, como, a nossa Catedral, de sentir o charme da região. As pessoas elogiam e a gente assina embaixo e fica ainda mais feliz”, confessa seu Nilso, revelando que anteriormente os colaboradores da barraca gastronômica se dedicavam de modo voluntário, mas, que agora, em virtude dos rendimentos com o Recanto do Pinhão, é possível remunerá-los.
2025 - o ano divisor de águas. “2025 foi o melhor ano de arrecadação para nós em todos estes nove anos da nossa presença na Festa do Pinhão. Atribuímos ao fator do novo modelo. O povo concentrou sua presença aqui no centro da cidade. Elogiam muito a localização, o atendimento, o sabor dos quitutes. Esperamos um movimento ainda maior no feriado [nacional, prolongado, de Corpus Christi, em 4 de junho, quinta-feira]. A Festa ‘tá’ só começando, vem coisas ótimas por aí”, vibra seu Nilso.
Mais de 15 pessoas trabalham no quiosque. O trabalho é intenso, mas, todos se divertem e sentem orgulho de mostrar Lages para o Brasil todo através de seu ofício em prol das pessoas que mais precisam. O box da Bom Samaritano funciona igualzinho a uma empresa: São três turnos de funções, com duração de seis horas cada, e uma dupla a cada período - matutino, vespertino e noturno.
Ao público, o box funciona diariamente das 10h às 22h sem interrupções. Em dias de maior movimento de pessoas, o prazer de bem servir lageanos, visitantes e turistas se estende até o fluxo diminuir. Por circunstância dos preparos prévios e volume de trabalho, a equipe chega no quiosque às 8h.
A peleia começa bem mais cedo do que os 17 dias de Festa do Pinhão. Todavia, a lida continua 15, 20 dias após o fim da Festa. “Iniciamos dois meses antes. Preparamos tudo com antecedência para não dar correria. Temos esta experiência. Compramos as matérias-primas e insumos com os valores excedentes da Festa do ano anterior, pois, sobra; a gente é organizado. Inclusive estamos construindo o salão de eventos com cozinha junto a nossa sede própria com recursos do Recanto do Pinhão. Obra em andamento agora em 2026, com ajuda também de empresários, que fizeram a doação de materiais; a mão de obra é contratada, paga com dinheiro das vendas no Recanto do Pinhão. Lá vamos ceder a pessoas que precisam fazer almoço ou um jantar beneficente, uma macarronada, arroz com galinha, para custear medicação, exame, viagem de consulta médica, cirurgia, procedimento, e também para a Associação fazer evento e angariar recursos as suas atividades”, esclarece seu Nilso.
Satisfação e coração quentinho pela missão cumprida. “Temos pela Festa do Pinhão um sentimento de gratidão, tornando sonhos realidade e nos ajudando a cuidar das pessoas”, evidencia dona Olímpia.
Ficou com vontade e curiosidade de saborear as delícias do quiosque da Bom Samaritano? Dá para comer de olhos fechados e ainda lembrar dos tempos de infância à beira do fogão à lenha
As preciosidades das tradições da Serra Catarinense e as guloseimas de diversificados recheios, e por sinal, generosamente recheadas, podem ser experimentadas e degustadas na barraca gastronômica da Associação Bom Samaritano - paçoca de pinhão; entrevero defumado; pinhão cozido; pastel de carne, de carne, queijo e ovo, de frango com catupiry, de paçoca de pinhão e de pinhão com catupiry; crepes salgados e doces - de queijo e presunto, de salsicha, de chocolate preto e de chocolate branco; cachorro-quente; cocada branca; cocada de coco queimado; doce de leite e amendoim em barra; doce de gila; palha italiana; chocolate quente - 50% cacau ; quentão; ponche com e sem álcool; choconhaque, e refrigerante.
Fica mais fácil de escolher sabendo o valor, não é mesmo?!
Paçoca de pinhão a R$ 35 por generosa porção
Entrevero a R$ 40 por porção
Pastel de carne a R$ 15
Doces em geral a R$ 12
Ponche sem álcool a R$ 15
Choconhaque a R$ 15
Refrigerante a R$ 8 a lata
Os tickets devem ser adquiridos com um dos operadores de crédito na Rua Coberta Nereu Ramos
Em tempo: As oito organizações do espaço gastronômico do Recanto do Pinhão são Cáritas Diocesana, Irmandade Nossa Senhora das Graças, Associação dos Deficientes Visuais do Planalto Serrano (Adevips), Associação Serrana de Deficientes Físicos (Asdf), Associação Lageana de Assistência Social para Crianças e Adolescentes em Situação de Vulnerabilidade Social - Associação Lageana de Assistência ao Menor (Alam), Sociedade de Assistência Social e Educacional aos Desamparados de Lages (Saseadla), Lions Clube Copacabana e Associação Bom Samaritano.
Quer ajudar a Bom Samaritano?
Para contribuir com a Associação Bom Samaritano, você pode entrar em contato por telefone mesmo: (49) 99927-0495. A equipe vai lhe atender com a maior presteza e de braços abertos.
“O que eu desejo para a Bom Samaritano? Que a instituição cresça cada vez mais e Deus envie mais pessoas para ajudar. E o que eu desejo para Lages? Que melhore cada vez mais, que Deus me dê saúde para ajudar para sempre”, finaliza seu Nilso, com o coração transbordando esperança e somente sentimentos bons para a vida.
Ela é a âncora da família, e uma das sustentações das obras do bem. Esta é a dona Olímpia. “Eu amo ajudar o meu irmão, o próximo, a semelhança de Jesus Cristo. Podemos ser a personificação do amor misericordioso de Jesus Cristo, o refúgio na súplica, curar feridas, resgatar pessoas; cada um fazer ruma parte, juntas forças. Faz bem para quem recebe, renova quem pratica. Não deixa de ser um renascimento em vida a cada chance de fazer diferente. Sou feliz e realizada, e sou grata a Lages e à Festa do Pinhão por proporcionar tantas maravilhas em tantas vidas.”
E ainda convida: “Venite a divertirvi al Festival Nazionale dei Pinoli.”
Obrigada por serem estrelas que abrilhantam a Festa Nacional do Pinhão e fazer tão bem este papel de cuidar das pessoas da nossa amada, potente e próspera Lages.
Texto: Daniele Mendes de Melo
Fotos: Fábio Pavan
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