Recursos para aquisição de veículos para a FME. Reforma em residência no Gralha Azul. Maquinário abrevia serviço de limpeza no Tanque. O histórico prédio do “antigo” Fórum Nereu Ramos
Recursos para aquisição de veículos para a FME
O superintendente da Fundação Municipal de Esportes (FME), Renato Junior, esteve com o gerente Jehan Oliveira na Assembleia Legislativa para entregar pedidos e demandas esportivas do Município de Lages, principalmente veículos para transporte de atletas, técnicos e dirigentes.
Na oportunidade, foram recebidos nos gabinetes dos deputados João Amin, Marcius Machado, José Milton Scheffer e Silvio Dreveck.
Fotos: FME/divulgação
Reforma em residência no Gralha Azul
Equipes da Defesa Civil estão atuando juntamente com a Secretaria da Habitação na rua Lucimar Ribeiro de Moraes, bairro Gralha Azul, para abertura de vala para substituição de tubulação em residência de pessoa portadora de necessidade especial.
Fotos: Defesa Civil/divulgação
Maquinário abrevia serviço de limpeza no Tanque
Para conferir nos detalhes o serviço que está sendo executado no Parque Jonas Ramos, principalmente a limpeza do lago e do monumento das Lavadeiras, o secretário Delfes Rodrigues esteve no local no dia de ontem, para conferir os trabalhos.
O secretário destacou a utilização de maquinário especial para o serviço, como a Bobcat e o caminhão hidro, que com seu uso possibilitaram que o serviço que antes demorava mais de uma semana, agora foi realizado em dois dias. “É a tecnologia à disposição do trabalho”, brincou Delfes.
As obras iniciaram em 1947 com inauguração em 12 de março de 1949. Atualmente é sede do Museu Histórico Thiago de Castro (MHTC), no térreo, e da Fundação Cultural de Lages (FCL), que fica no andar superior.
No Museu Histórico Thiago de Castro, em suas salas de exposição e acervos documentais, encontram-se vários objetos e documentos que dizem respeito às diversas áreas do conhecimento: história, medicina, comunicação, ensino, direito, numismática e uma infinidade de itens que contam a história de Lages e região serrana.
A Sala do Júri era chamada de “A Sala dos Passos Perdidos” por juízes e advogados segundo relato do ex-promotor de justiça, Mario Edgar Wolff em visita ao prédio em janeiro de 2018.
Segundo ele, a sala era assim chamada, pois, durante horas de processos, advogados e promotores caminhavam pelo espaço de um lado para o outro defendendo seus discursos, e um deles saia perdedor.
O prédio foi tombado pela lei Estadual, Decreto n ° 3.462 de 23 de novembro de 2001.
Pesquisa: Fabrício Furtado e Paulo Guasselli
Fotos: Acervo Museu Histórico Thiago de Castro/FCL
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Textos: Milton Barão
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